quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Eu acredito, Leão!

Sou do Leão
É prazer, é paixão
O astral é sempre em cima 
É a voz do coração
Da galera azulina

Perdendo ou ganhando
A fibra não se acaba não
Vivo sempre sorrindo
Com as glórias do Leão

Secador eu não temo
Tenho fé, tenho amor
Sou Clube do Remo
O resto é sofredor
No RE x PA de hoje, EU ACREDITO na vitória do meu Clube do Remo. Com esta convicção, fiz os versinhos acima. Um apelo ao competente compositor, Vicente Malheiros da Fonseca: transforme isto em samba, amigão.
O meu Clube do Remo é, como dizia Edgar Proença: "... uma radiosa cadeia de união que faz de todos nós um só, numa fraternidade que marca em cada coração azulino o compasso de uma só alegria, de uma só vibração".

Sem protestos, sem invasões, todos pagavam seus empréstimos


A Agência do BASA em Rurópolis, inaugurada em 1974 com a presença do presidente Emílio Garrastazu Médici
Na companhia do Engenheiro Agrônomo José de Ribamar Macatrão Pires, eu participava das fiscalizações nas propriedades dos agricultores financiados.
Na década de 70, instalei e gerenciei a agência do Banco da Amazônia em Rurópolis Presidente Médici. Efetuamos centenas de empréstimos/financiamentos aos agricultores que, em terras doadas pelo Incra, faziam o plantio de milho, feijão e, principalmente, arroz. 
Após as fiscalizações "in loco", era liberado dinheiro, parceladamente, para preparo do solo, plantio e colheita do produto. Diferentemente do que acontece atualmente, os agricultores  pagavam totalmente os valores dos empréstimos, sem protestos, sem invasões às agências bancárias, enfim, sem tentativas de obterem os tais perdões de suas dívidas.

Fases da minha infância feliz

Amor e carinho, os melhores presentes

 
Ontem (4/6/2017), antecipando os parabéns pelo meu aniversário que ocorre hoje (5), minha neta Livinha e meu neto Igor, meus tesouros queridos, me encheram de abraços e beijos. Isto tem um nome: felicidade.

Obrigado! Obrigado! Obrigado!!!

Giovanna, Maytê, Livinha e Maya, netas queridas, e Igor, meu amado neto, cantaram "Parabéns" pro Vô. Adorei!
Expresso aqui a minha imensa gratidão por todos os telefonemas e as inúmeras e carinhosas mensagens através das redes sociais, que recebi ontem (5/6/2017), pela passagem do meu aniversário. Agradeço a Deus por conceder-me mais um ano de vida, com muita saúde, junto às pessoas que amo: minha família, meus amigos e minhas amigas. Sinceramente, fiquei extremamente feliz. Até o meu Clube do Remo me deu um ótimo presente: ganhou o Confiança por 1 x 0. Valeu, Leão!

Das centemas de mensagens recebidas, escolhi a que transcrevo abaixo, enviada por Dom Esmeraldo Farias, ex-bispo de Santarém, para dizer que as demais guardarei com muito carinho.

"Prezado Ércio Bemerguy: Com esta mensagem, venho desejar-lhe muita paz e a bênção de Deus! “A Esperança não decepciona porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações” (Rm 5,5). O encontro com Jesus Cristo nos faz ter a certeza desse amor em nosso dia a dia e na vida de cada pessoa, família, comunidade, pastoral, serviço, movimento, grupo, bem como nas várias situações em que vivem, como por exemplo no trabalho profissional. Confiantes na graça que vem de Deus, estejamos empenhados na construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e pacífica; com dedicação especial aos que mais sofrem, às periferias, sendo sinais de uma Igreja em saída, solidária, fermento transformador e, portanto missionária. “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fl 4,13) e que me conduz para o Pai! Meu abraço e parabéns pelo seu aniversário."

Que tal? Gostaram do meu charme e elegância?

Esta pose foi na década de 70.

Grata recordação: Eu e Patativa do Assaré

Em uma das minhas andanças por Fortaleza, tirei uma foto (acima) ao lado da estátua de Patativa do Assaré, que era o nome artístico (pseudônimo) de Antônio Gonçalves da Silva. Nasceu em 5 de março de 1909, na cidade de Assaré (estado do Ceará) e  faleceu no dia 8 de julho de 2002. Foi um dos mais importantes representantes da cultura popular nordestina. Abaixo, um de seus belos poemas, falando de saudade.
Saudade dentro do peito
É qual fogo de monturo
Por fora tudo perfeito,
Por dentro fazendo furo.

Há dor que mata a pessoa
Sem dó e sem piedade,
Porém não há dor que doa
Como a dor de uma saudade. 

Saudade é um aperreio
Pra quem na vida gozou,
É um grande saco cheio
Daquilo que já passou.

Saudade é canto magoado
No coração de quem sente
É como a voz do passado
Ecoando no presente