quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

BASA: Jamais esquecerei...

...a convivência, o dia-a-dia com os meus colegas de trabalho na agência do BASA, em Santarém. Ali iniciei, em 1963, a minha carreira como bancário e, anos depois, tive o privilégio de, como gerente, comandar uma equipe de homens e mulheres competentes e sobretudo, unida, nos momentos de alegria ou de tristeza. A elas e a eles (vivos ou não), o meu abraço.
Lourdes e Graça Campos, eu (Ercio), Rosalba e Neuba Marinho
Licurgo Anchieta, Ivaldo Ledo, Evilasio, Antônio de Barros Cavalcante e Jaime Sampaio
Neuba e Rosalba, Lourdes e Maria Martins
Otávio Pereira, Raimundo, Ramiro (Sarará), Tadeu Matos e Odilson Matos
Waldinor Rodrigues, Otávio Pereira, eu e Ramiro (Sarará)
 A nossa casa querida

Rádio Rural: Cadê vocês?

Nos anos 70/80/90 quando eu apresentava programas no estúdio da Rádio Rural de Santarém, sempre tive o prazer de ter ao meu lado excelentes "controlistas de som", entre eles, Juredir Braga, Tadeu Maia, Evadir Cardoso, Silvério Rodrigues (o da foto abaixo) e outros cujos nomes, infelizmente, não lembro mais.
Na época, fazia muito sucesso no Flamengo, o Fio Maravilha. Daí a minha maneira de, na abertura do meu "EB Faz o Sucesso", nas manhãs dos sábados, citar o Silvério, assim: "na mesa de som, eu conto com a eficiência do "Sil Maravilha"...
E, eu pergunto: cadê vocês, meus diletos amigos?

Grata lembrança: Carlos Serruya

Não lembro quando foi tirada esta foto deste  quarteto mocorongo, mas não esquecerei jamais do primeiro, à esquerda. É o meu amigão Carlos Serruya, falecido hoje (18/10/2016). Os outros são: Carlos Meschede, Lúcio Flávio Pinto e eu.

Tudo ok na Casa Branca

Fui conferir e constatei que na Casa Branca (White House), construída no período compreendido entre 1792 e 1800, em Washington, está tudo nos trinques para receber em janeiro de 2017, a família Trump.

Grata lembrança: Marcos Maciel

Em um evento no auditório da sede do BASA, em Belém, tive o prazer de conhecer e cumprimentar Marcos Maciel (foto), homem íntegro, discreto e respeitado. Isto ocorreu em 2001.

Marco Antônio de Oliveira Maciel foi vice-presidente da República durante os mandatos de Fernando Henrique Cardoso (1995 a 2002). Completou em junho deste ano, 50 anos de vida pública/partidária, mas não ocorreram grandes comemorações, principalmente pelo delicado estado de saúde que se encontra ilustre pernambucano que, acometido pelo mal de Alzheimer, evita aparições públicas. Reside em Brasília.

Maciel além da política, dedicava-se também a lecionar Direito Internacional Público na Universidade Católica de Pernambuco e em 1991 tornou-se imortal, sendo eleito para a cadeira 22 da Academia Pernambucana de Letras. Abandonou a vida pública quando não conseguiu se reeleger ao Senado Federal.

À mestra Teresinha Correa, com muito carinho.

Remexendo os meus arquivos, encontrei um bilhete que, em 2003, quando foi comemorado os 60 anos do Colégio Dom Amando, escrevi à saudosa professora Teresinha Campos Correa e que foi publicado no jornal O Estado do Tapajós. Confiram:
Teresinha: Tú és assim... meiga, forte, uma autêntica guerreira... inundando as nossas vidas com edificantes e louváveis exemplos de muito otimismo, de fé inabalável, de coragem, de vontade e disposição de superar todas as dores, todos os sofrimentos, e viver, viver por muitos anos, ainda, cuidando da tua Escola Carequinha e de seus alunos - sementes do amanhã. És, como diz o poeta: "Um céu de ternura, universo de amor, raio de pura e intensa luz". És, Teresinha, fogo, água, ar e terra. És sereia encantada do Tapajós, és iluminada! Te admiro, te adoro, sou teu fã de carteirinha. Finalmente, recebe o meu carinho e a minha gratidão pelos ensinamentos e pela paciência que tivestes para aturar em sala de aula, este modesto escriba, teu ex-aluno da Escola Primária Anexa ao Ginásio Dom Amando.
No dia seguinte, recebi telefonema da querida mestra, dizendo: "Ercio, adorei, e até chorei lendo o que escrevestes pra mim. Um beijo!"

Família Rural

Dom Tiago plantou a semente e, em 5 de julho de 1964, o sonho virou realidade: foi inaugurada, com muita festa, a Rádio Educadora de Santarém (hoje, Rádio Emissora de Educação Rural).

Quem nela trabalhou ou trabalha
Tem valor, é respeitado.
A sua fama se espalha
Seu nome é sempre lembrado

Francisca Carvalho, Antônio Pereira e Manoel Dutra
Frei Juvenal, Haroldo Sena, padres Waldir e Edilberto
Comandantes seguros, competentes
Dinâmicos, exemplos de dignidade

Anadir Brito, Getúlio Sarmento e Conceição Castro
Na linha de frente, no escritório comercial
Atendimento cortês e de qualidade
Arranjar a grana era a sua especialidade

Frei Nestor, Frei Roberto, Fernando Guarany e Djalma Serique
Técnicos zelosos e competentes
Mantinham a emissora no ar
Todo dia, toda hora, sem parar
Mais aqui >Família Rural
Outros colaboradores
Cezário Torres, controlista de som dos bons, que muitas vezes atuou ao meu lado,acrescenta nomes de outras pessoas que trabalharam na Rádio Rural de Santarém e, com prazer, relacionamos abaixo:
Técnicos: Frei Benjamim, Rostand Malheiros, José Maria Lima e José Osmundo Andrade.

Locutores: Portilho Bentes, Raimundo Alfaia, Sebastião Torres, Eduardo Castro, Fernando Assunção, Sebastião Ferreira, Ferreira Pires, José Nogueira, Ranulfo, Fernando Bemerguy, Max do Amaral, Raimundo Benjamim, José Azevedo, Jubal Cabral e Olegário Mariano.

Controlistas: Afonso, Aluísio Melo, Paulo Dourado e Eric Colares.

Zeladores do estúdio central, onde tomavam conta dos dois grupos motores geradores de emergência:  Elpídio, Pedro e o Francisco Alves.